3 de junho de 2015

Emancipação para a liberdade.



Pintura de Salvador Dalí.



O trajeto que o humano realiza no mundo pode pendular entre um extremo e outro e, dentre eles, encadear uma extensa e intrincada gradação de valores. A balbúrdia moral encontra aí o terreno hábil a fim de alimentar contendas várias. Ocorre que, a maioria de nossas ações, uma vez sejam averiguadas com a devida cautela, transitam indiferentemente na zona limítrofe entre o que é considerado um bem e o que é convencionado ser um mal. Enfrentada essa babel mental com resoluta honestidade, percebemos o compromisso inequívoco entre a escolha e um cem número de ações resultantes a partir dela. A emancipação humana se esteia justamente onde a larga maioria menos se inclina: na responsabilidade quanto às próprias escolhas e suas respectivas ações.




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