2 de junho de 2015

Confiança: pequeno e contínuo lume.





O que ainda me permite nutrir alguma confiança nos destinos da humanidade é o reconhecimento de que alguns indivíduos estão verdadeiramente cansados de tanta soberba e demência. Decerto, um Deus considerado na mais extrema exorbitância esteja fadado a ser queimado vivo pela coluna da indiferença, destes poucos que, dedicados a vôos mais sutis, encontram um Deus mais afável e libertário.



Nenhum comentário: