Os valores estão mudando e o grande
motor disso é a figura feminina que em diversos lugares do mundo, aprendeu a
reclamar sua presença nos setores de poder. Não é por causa do crescimento de
casais homossexuais, homo-afetivos, não, como quer induzir a erro certa corrente espírita. Eles são minorias políticas e entram no
protesto por equivalência de direitos.
Essa mudança é irreversível, mas cabe
às mulheres terem a gana de penetrar nos elos de poder. Enquanto as mulheres
escolherem profissões de menor representatividade, vão continuar alimentando
uma vida marginal para o gênero. As mulheres devem ser arrojadas, senão não
cruzarão a fronteira do discurso.
Acordem, mulheres! Há esforços que intentam mediocrizar a corrente feminista e transportar as transformações devidas à luta do gênero ao acaso da luta por outro movimento. Sem desmerecer a substância do Movimento Gay, mas eu devo asseverar que o mesmo só promoveu mudanças relacionadas à aceitação de sua orientação sexual e a questões pertinentes à sociedade familiar.
A luta feminista é mais profunda e antecede à imersão do Mov. Gay no cenário das lutas das minorias políticas. O feminismo é tão abrangente e humanista que consegue conter, em seu ninho, a luta pela homo-afetividade. O contrário, porém, não ocorre. Nunca vi um gay levantar a bandeira do movimento feminista. Alguém tenha a bondade de mostrar-me.
Portanto, esqueçam essa pseudo teoria travestida de religiosidade na qual um espírito de Fulano Emo, por meio de um doutrinador Cicrano Emóide, orienta que as mudanças mundiais devem-se a uma orientação dos astros em prol da homossexualidade. Faça-me uma garapa!
A mudança atual é o reflexo multifacetado de um motor que há muito tempo tem rugido. E ruge muito fortemente, obrigada!

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