28 de junho de 2013

O inesperado e o efêmero.









É sempre tempo de desapego. Não importa o quanto planeje, não importa o quanto se iluda, não importa o quão controlador seja, NÓS NÃO NOS PERTENCEMOS. Somos tomados pelo inesperado e atirados para longe de nós mesmos, para um universo que o nosso dia a dia desconhece.



O inesperado serve para que reflitamos sobre a nossa efemeridade e a nossa leveza, tal qual o fio de linha rodopiando pelo impulso do vento. NÓS NÃO POSSUÍMOS ÂNCORAS. E seguimos com  nossas esperanças e ausências, borboleteando de flor em flor, sem fazer de nenhuma delas a nossa real morada. A BELEZA RESIDE NO BATER DAS ASAS, NÃO NO POUSO.




Nenhum comentário: