A
fidelidade sexual pode servir à vaidade moral com a aquiescência da virtude. O
cultivo da virtude pode naturalmente ceder a uma 'ditadura' da virtude, de onde
se segue que o fato da pessoa não se permitir trair não é porque não deseje,
mas porque rejeita a possibilidade da manifestação do desejo, uma vez que já o reconhece em si próprio de modo latente. Então, há aí uma
evidente repressão. Osho trata dessa temática com maestria. A auto repressão em
nome de uma suposta virtude, esconde uma personalidade hábil na vaidade e na
dissimulação.

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