30 de maio de 2013

Algumas considerações sobre (quiçá) o primeiro terço da minha existência.





















A todo o momento me vem recordações de inúmeros, incontáveis fatos durante a minha vida em que fui alvo de críticas. Aprendi a ser auto crítica. Deixar a casa de minha mãe contribuiu para que eu penetrasse num processo de verdadeiro resgate, de descoberta de que eu não sou aquilo que ouvia sobre mim.

A sociedade ou entidade conjugal também revelou ser um caminho equivocado, eivado dos vícios que pretendia evitar. Resultado: caminho interno sofrido. Vivo um momento peculiar, atualmente.

Aprendi que devo ser prioridade para mim mesma. E aprendi que algumas pessoas não cabem no meu poema, parafraseando Carlos Drummond. Cheguei à seguinte consideração: fatos são fatos e mimimi não passa de conversa fiada.

Modestamente:
MÃES TAMBÉM ERRAM.
SIM, EU ERRO. VOCÊ NÃO?
MÃES E PAIS NÃO SÃO DEUSES.
TODOS PRECISAM DE COMPREENSÃO E CARINHO.
FILHOS DEVEM CONHECER LIMITES.
DEVEMOS AFASTAR-NOS DE TUDO O QUE NOS INCOMODA.
DESAPEGUEMO-NOS, NÃO HÁ MELHOR CAMINHO.
SEJAMOS CURIOSOS, NÃO INCONVENIENTES.
SABEDORIA É SABER DECIDIR COM PARCIMÔNIA.
SEM ESSA DE RELACIONAMENTO ETERNO.
A EVOLUÇÃO É PASSO ÚNICO E INDIVIDUAL.
O ETERNO INSTANTE CHAMA-SE AGORA.


Ocasionalmente, porém, continuemos a tricotar os mimimis.


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