Há beleza na dor. Redenção, cura,
catarse... Há humanidade na dor.Uma convergência na qual todos nos inserimos em
algum momento. Submergimo-nos a ela, docilmente, e ela trata de embalar-nos em
seus espinhos.
Num primeiro momento, suas picadas
são insuportáveis. Amargamos. Mas é no silêncio que a dor decanta, e exalamos
melhor perfume. Então, já não sentimos as picadas. Elas se tornaram suaves, ou
fomos nós que nos tornamos febris... de certo modo, mais rijos.

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