1 de março de 2014

Yin e Yang, arquétipos complementares.








Há muitas referências que denotam em YIN o lado sombrio, algo denso e involuído, por essa razão, muitos pensadores chegaram a identificar isso como um sinal de fraqueza. O YIN é identificado como aspecto do feminino e o YANG como o do masculino.

E nisso deturparam grosseiramente e identificaram a mulher como um indivíduo limitado e de natureza frágil, quando não leviana. Todos os indivíduos devem cultivar tanto o YIN como o YANG, pois há evidente interação na diferença.

O YIN basicamente são as nossas emoções, sensibilidade, nossas vontades, o exercício artístico, também as nostalgias, vaidades, os medos, as frustrações etc. O YANG é o nosso intelecto, nosso aspecto mais racional e sistêmico, é a lógica, a linguagem, mas também o orgulho, a ambição, a falta de compaixão com o outro etc. Um aspecto tende a amenizar os efeitos do outro.

YIN sutiliza YANG; YANG fortalece e assegura YIN. São complementares, apesar de muitos os considerarem opostos. E estão presentes em todos os indivíduos. Ao contrário do que escrevem por aí, identificando as mulheres como YIN e os homens como YANG.



YIN e YANG são arquétipos, conforme entendimento de Jung, imagens incrustadas idealmente no inconsciente coletivo emitindo aí seu significado e sua energia. São símbolos dotados de valor consciente e inconsciente. Nada a ver com questões relativas ao gênero.



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