Interroga a beleza
da terra, interroga a beleza do mar, interroga a beleza do ar difundida e
diluída. Interroga a beleza do céu, interroga a ordem das estrelas, interroga o
sol, que com o seu esplendor ilumina o dia; interroga a lua, que com o seu
clarão modera as trevas da noite. Interroga os animais que se movem na água,
que caminham na terra, que voam pelos ares: almas que se escondem, corpos que
se mostram; visível que se faz guiar, invisível que guia. Interroga-os! Todos
te responderão: Olha-nos, somos belos! A sua beleza fá-los conhecer. Quem foi
que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?"
Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134

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